Eu escrevo para escavar, relatar e resgatar a dinâmica que algumas coisas podem ter: tempo, duração e sentido. Por exemplo: Na noite mais longa do ano, o sol - ao longo de sua dança ao redor da terra, em um momento específico (sim, tudo tem a hora certa) - faz uma espécie de pausa para depois, lentamente, retomar o caminho de volta. Esse momento funda a noite mais longa do ano e recebe o nome de Solstício, do latim, solis + sistere: “sol que não se mexe”. Talvez, pelo motivo-pausa, esse seja considerado um período de recolhimento. Período onde o que o que é escuro subverte o que é claro; talvez para nos permitir um "chacoalhar" por dentro. Porque coisas e pessoas gravitam para nos alcançar e nos fazer balançar por dentro.
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