 |
Ilustração: Kátia Canton |
enquanto, na cochia, me azula o amor que sinto; ao fim de tudo, de todas as coisas, ao fim e ao cabo, resta um abismo e uma angústia: se não se salta, não se compreende. talvez por isso é que eu desmato o caminho e sibilo entre saltos pequenos e outros nem tanto; enquanto, no banheiro, um pernilongo inerte morre aniquilado.
estou descolonizada: captação, síntese e invenção são fronteiras com que deparo na orfandade. é o fim do ato? onde ficam as saídas?