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Mostrando postagens de Outubro, 2015

BAÍA BABITONGA

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eu, baía

foto/vídeo: Clotilde Zingali

eu, baía
No canto da Babitonga, eu mar; eu pedaço de água e terra; pedaço que avista; pedaço-ponte, pedaço-ponto no dela horizonte; Eu ilha.
Nas adjacências desse lugar, aromas de verde e de atalho. Sou eu que transverso o caminho e poemo a possibilidade. Eu barco. Eu vento e velas.



"AO MESTRE, COM CARINHO"

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Crônica publicada no Jornal A NOTÍCIA de Joinville em 15 de outubro de 2009.

Com um abraço muito especial para os professores que tive e tenho. Meu mundo ganha coloridos especiais com o que cada um trouxe e traz de si dia após dia. Obrigada!
Ouvir alguém falando com propriedade a respeito de um assunto sempre despertou em mim muito interesse. Sou capaz de lembrar tons de voz, expressões e exemplos. E isso me engrandece. É essa sensação que tenho enquanto aluna. E todo dia saio das aulas modificada. Entro uma e saio outra. Talvez por ter tido uma mãe professora. Inclusive minha professora durante um ano. Talvez por tê-la escutado tantas vezes falar sobre a dinâmica escolar, a dinâmica do processo ensino-aprendizagem. Por ter acompanhado o seu percurso nessa trajetória. Escutado e assistido a paixão dela pelo trabalho implantado em salas de leitura. Terminei por me tornar uma amante desse ser que se dedica ao ensino. Que dá de si pelo outro. Que cede do seu desejo para que o outro se si…

SOLO PARA GUITARRA

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SOLO PARA GUITARRA

SOBRE A ADJACÊNCIA DAS COISAS

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Queridos daqui, dali, de lá e acolá :) preparei essa prosa hoje, terça-feira, dia de postagem aqui no blog... então... espero que gostem, ok? fiquei feliz de prosear falando em perfume, falando em cheiro... tem perfume novo no "CHEIRO DAS PALAVRAS" :) nos vemos na atualização de quinta-feira! um beijo pra todos.


sobre a adjacência das coisas  (prosa para Ouver 06/10/205)
primeiro escolhi uma palavra entre todas que encontrei, apenas uma então fui até a vitrola antiga e coloquei nela um disco foi bonito ver a palavra deslizar pelo vinil; nesse dia foi quando eu mais fui música.
uma outra vez, imersa em paisagens, o amor que eu sentia me mudou para o estado de folha;  foi quando eu mais fui verde.
depois, imersa em poema, (des)inventando, escrevi a palavra jasmim; palavra grama com orvalho da manhã; palavra pasto depois que a manada retorna ao galpão. nessa vez foi quando eu mais fui perfume.
toda vida desejei escrever palavras com cheiro.